Desmond Tutu
era um jovem negro que, assim como muitos outros, vivenciou a política oficial
de segregação racial na África do Sul. Desde cedo almejava ser físico; em
decorrência da baixa condição econômica de sua família teve de estudar na
faculdade onde seu pai se formou – na cidade de Pretória - e, posteriormente,
foi para Londres fazer bacharelado em Tecnologia. Sua caminhada ilustre
continua em Johanesburgo, quando, em 1975, foi o primeiro negro a tornar-se deão
da catedral Santa Maria. Em seguida de sua consagração a bispo, dirigiu a
diocese do Estado de Lesoto e tornou-se secretário-geral das Igrejas da África
do Sul.
Esse último
cargo lhe permitiu elaborar propostas que mudariam completamente esse regime
racista e imoral: instituir direitos civis iguais para todos, abolir as leis
que limitavam a circulação dos negros no território, implantar um sistema
educacional comum e acabar com as deportações forçadas de negros. Dessa forma,
ao lado de Nélson Mandela, esse homem também representa um protagonista da
instituição da paz no território sul-africano e por esse motivo foi consagrado
com o prêmio Nobel da Paz em 1984.
Nenhum comentário:
Postar um comentário