Aos 18 anos, pôs-se a serviço de Deus, ao fazer votos nas Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, Irlanda. Anos mais tarde, passou a dar aula na Casa da Esperança e, em 1952, criou o Lar dos Moribundos, em Calcutá, na Índia, onde, incialmente, teve problemas de aceitação por parte de outras religiões, até que conquistou sua confiança através de suas boas intenções e dos consequentes resultados de suas ações. Desde então, começou sua luta pela justiça e pela paz no mundo, através de ações para com pessoas aidéticas, mulheres que haviam sido abusadas, crianças abandonas, leprosos e qualquer outro tipo de desamparado pela sociedade.
Em 1965, foi aprovada pela Santa Sé a criação da Congregação Missionárias da Caridade, por Madre Teresa, a qual, até 1989, já possuia sedes na Albânia, na Rússia, em Cuba, no Canadá, na Palestina, em Bangladesh, na Austrália, nos Estados Unidos da América, no Ceilão, na Itália, na antiga União Soviética e na China. Por essa e outras empreitadas, Madre Teresa recebeu, em 1973, o Prêmio Templeton e, em 1979, o Nobel da Paz e o cargo de “embaixadora” do Papa em todas as nações. Foi comtemplada, também, com o Padma Shri e o Ramon Magsaysay Award Fundation, em 1962, e com a Medalha Presidencial da Liberdade, em 1985. Em 1987, ao ir à URSS, recebeu a medalha de ouro do Comitê Soviético da Paz. Faleceu em 1997 e, em 2003, foi beatificada. O processo de sua canonização continua em aberto.
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